terça-feira, 27 de março de 2007

Um cafézinho de R$ 10,86

Você pagaria R$ 1,86 pelo cafezinho? Claro que não. Mas na maior e mais famosa rede de cafeterias do mundo, a Starbucks, cujo nome é baseado nno personagem de "Moby Dick" que bebê café sem parar, é possível. É preço que ninguém recalam. Pelo contrário, aplaude.
A Starbucks é obra de Howard Schultz, que em 1982 tomou um delicioso, cremoso e encorpado café na Stabucks do Pike Place Market, em Seattle, cidade-antena dos EUA que detecta tendências de consumo para o mundo.
Ele ficou impressionado com a atração que a loja pioneira despertava nos clientes, um fervor quase religioso, sensação semelhante ao que sanduíches do trailer dos irmaões McDonalds provocaram no empreendedor Ray Kroc.
Schultz, nascido pobre em Nova York, viu o que poucos viam naqueles anos 80: americanos não fugiam mais do café como o Diabo da cruz, como também começavam a amar aquela bebida nascida na Etiópia, descoberta graças ao pastor que notou a mudança no comportamento de suas cabras após comerem as frutinhas vermelhas.
Boa parte dos 290 milhões de americanos estavam cheios de tomar bebbidas sem gosto e autenticidade. E pior, de pouca qulidade. Exatamente como o site iconoculture.com, a bíblia dos marqueteiros atuais, detectou o mundo quer sabor, autenticidade e produção artesanal.
Schultz, como descreve em sua biografia" criou um modelo que juntava a experiência do Starbucks aos antigos bares italianos que vendem Express".
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